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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010


Adoro viver as belezas da vida. Para começar, deixo que as pequenas coisas, até mesmo aquelas com as quais já estamos acostumados, ganhem um grande significado. Refiro-me às coisas boas, é claro. Quanto aos problemas, reconheço que estão sempre por perto; de tanto rondar, às vezes acabam acertando seu alvo. Acredito, porém, que nunca nos é remetida uma mazela maior do que nosso limite pode aguentar. E lembre-se: trabalhamos sempre com limites; assim, pode parecer deveras difícil desviar-se de tais obstáculos. Voltando às coisas boas, gosto do pôr-do-sol. Enquanto o céu vai adquirindo aquela coloração às vezes rosada, às vezes alaranjada, me pergunto como é possível existir espetáculo tão improvisado e, ao mesmo tempo, tão bem rematado. Apesar de tudo, também a chuva é de meu gosto, desde que não venha trazendo melancolia. Aprovo especialmente quando a chuva vem carregada de ares de liberdade; nesse caso, as de verão são as melhores!
O que eu poderia dizer sobre sentimentos? Se há uma coisa que aprendi, ao longo de meus apenas vinte anos, é que não se pode controlá-los e, quanto mais se tenta, menos se obtém sucesso. Falo por experiência própria: viva-os, aproveite que eles existem, não tente reprimi-los; encare-os com a beleza de que são dignos, e não com a tristeza que podem vir a causar. Para tudo o que fizer, doe sempre o melhor de seu potencial. Durma pouco, leia muito, saia bastante. Acredite: pode ser compensador depois. Ah, sim, como é bom o gosto da conquista ! A "meritocracia" deveria ser mais valorizada nos dias de hoje. Lembre-se sempre: seu sucesso é proporcional ao esforço empenhado para obtê-lo.
Gosto de quando me sinto bem comigo mesma. Ainda lembro das poucas ocasiões em que realmente me senti completa. Nem tudo pode ser perfeito, mas estou certa de que ando fazendo a minha parte. Quanto ao que não depende de mim .. Bem, em último caso, o tempo pode dar um jeito.

Boa semana para todos :)
Beijinhos .

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Por uma vida bem mais coloria .

Resolvi não mais me adaptar com o que não me faz feliz.
Vou, de verdade, me esforçar pra mudar. Pare um pouco e pense comigo: nada pior que o comodismo. Nada pior do que viver sempre no mesmo mundinho, na mesmice, sem nem mais questionar o porque de toda essa "inércia mental".
Eu tô de saco cheio disso e já decidi: Quero uma vida mais colorida.
Não, não estou reclamando daquilo que tenho e daquilo que vivi, mas se eu posso transformar tudo em algo ainda melhor, porque não? Porque eu vou freiar meus sentimentos e impulsos, minhas vontades e desejos? Para parecer mais uma menina conformada que aceita a vida como ela é ? Não, obrigada.
Eu vou brigar, xingar, gritar, quebrar a cara e não estou nem aí! Deu pra entender? Não estou nem ai se vai doer e demorar pra cicatrizar. Quero todos os lixos e luxos de VIVER INTENSAMENTE!
Coisa chata essa de ser racional o tempo todo, de pensar antes de agir. Será que eu não posso ser um pouco inconsequente as vezes? Li uma vez em algum lugar a frase " Se não for pra ser feliz é melhor largar ",se não for isso é algo parecido. Não sei se é música, poema, poesia, crônica, nem quem foi que falou, mas seja lá quem for, eu assino embaixo. E vim aqui só pra comunicar, estou largando o meu velho modo de viver para poder levar uma vida mais colorida.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Vocação para felicidade .

Ouvi dizer que todo mundo nasce com um Dom.
Pode ser para escrever, desenhar, cantar, dançar, pular .. Enfim, todo mundo tem algo que realmente saiba fazer, independente do que seja.
Hoje eu parei pra pensar aonde estava o meu Dom (?). O que eu realmente sei fazer muito bem? Por alguns minutos minha cabeça foi tomada por um enorme desespero. Será que eu não sei fazer nada? Vejamos: eu gosto de escrever, mas tô longe de ser perfeita nisso, minha preguiça as vezes me atrapalha um pouco e eu ainda me sinto ridícula quando passo meus pensamentos para um papel ou para um blog na internet. Desenhar? Não mesmo! Muito mal um bonequinho de palitinho. Cantar nem no chuveiro. E até arrisco uns passos de dança depois de longos anos no ballet.
Depois vieram mais perguntas: Será que eu não vou ser nada na vida? Será que esqueceram de me dar um Dom quando fui fabricada?
Eu posso fazer inúmeras coisas, mas nunca ouvi ninguém me dizer que eu era realmente boa em algo, que eu nasci pra fazer "tal coisa" .. Seria esse o meu fim?
Refletindo mais um pouco comecei a pensar naquilo que eu sempre gostei de fazer e entre a escrita,o teatro, a fotografia, os passos de dança e a enorme vontade de buscar o novo, vi que tinha algo mesmo sem um Dom absoluto! Sem ter a perfeição em coisa alguma: a vocação para ser FELIZ :)